Já fazia algum tempo que eu nem imaginava como era me sentir assim.
Dizer pra mim mesma frases do tipo: eu não vou gostar dele, ele não me merece; mesmo sabendo que era mentira.
Queria apenas passar por ele e nem sequer notar a sombra dele, em vez disso sentia o seu perfume e isso torna difícil não o notar.Era a mistura equilibrada entre o certo e o errado.
Era um idiota.
Perfeito, " idiota", era assim que eu me sentia quando não consegui dizer-lhe não.
Dizia sim sempre que tu precisavas mentir.
Dizia sim a todas as verdades falsas por ti sobre mim.
Dizia sim as tuas mentiras.
Sinceramente tu sabias que eu te amava mas não te queria.
Porquê? Eu não te queria e tu fazias questão de lembrar-me sempre dos porquês.E tu não me amavas, mas me querias a mesma.
Não sei porque preferia que não existisses.
Talvez por não querer sofrer, porque eu sei que mas tarde ou mas cedo eu eu ia acabar por ceder.
E sim... Cedi, sofri, e lamento que tenhas que aprender a viver sem mim.

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